Coordenador do programa destaca aumento de 70% no benefício ofertado pelo programa, que também capacita profissionais com cursos gratuitos na região
O Programa Chapéu de Palha volta a injetar recursos na economia do Sertão com o pagamento do benefício para trabalhadores da fruticultura irrigada. Com investimento de mais de R$ 5 milhões, quase 4 mil trabalhadores começam a receber o auxílio em um período estratégico, quando a renda diminui no campo. Mas, além do pagamento, surgem dúvidas sobre alcance, critérios e impacto real do programa.
Para tratar desse assunto, o programa Nossa Voz desta quinta-feira (23) conversou com o coordenador do programa, Marcos Alves. Sobre o papel do Chapéu de Palha para os trabalhadores da fruticultura irrigada, cana de açúcar e pesca artesanal, neste período de entre-safra, o coordenador destacou sobre o pagamento da bolsa-auxílio e os cursos de capacitação ofertados o ano inteiro para este público como forma de valorização profissional e autonomia.
“No Vale do São Francisco, cerca de 3.900 trabalhadores da fruticultura irrigada serão beneficiados em oito municípios. O valor da bolsa teve um reajuste de 70%, passando de R$ 271 para R$ 373, sendo paga, atualmente, em cinco parcelas para que o benefício possa auxiliar os trabalhadores de forma mais efetiva”, ressaltou o coordenador.
Em caso de problemas no pagamento, Marcos Alves orientou que os beneficiários ou interessados em participarem do programa podem ligar para o serviço de tele-atendimento através do 0800 2825158 para dúvidas. As inscrições iniciaram no começo desse ano e os pagamentos começaram na semana passada. Cerca de 4 mil trabalhadores vão receber as parcelas do benefício através das agências da Caixa Econômica na região.
Veja a entrevista na íntegra
A entrevista completa com o coordenador do programa Chapéu de Palha, Marcos Alves, no Nossa Voz você pode conferir através do canal do YouTube da Grande Rio Fm, através do link.
Fonte: Nossa Voz




